Havia uma
moça
Havia uma
moça,
que gostava
de mim,
me olhava
com encanto,
e, eu, presumido
e envaidecido,
nada decidi.
A moça
desgostou,
na minha rua
não mais passou,
cansou-se da
minha arrogância,
cansou-se de
minha ignorância.
A moça talvez
ressentida,
Sem contrapartida,
partiu,
Sumiu....
Saudades
incontidas, desmedidas,
daquela moça,
do seu encanto,
que não
encontrava mais,
em buscas
desalentadas e vazias,
afogado em
vinhos pelos cantos,
sentindo saudades
doloridas, do que não vivi,
e que ,
talvez, faria meu coração bater mais forte,
e, que até
hoje continua aqui. By EC
Gosto de poemas assim, poeta Eduardo, que rasga o coração, expõe a saudade, enaltece o encanto e chora a dor do que perdeu. Parece tão humano que dá pra ouvir o coração do poeta bater de desesperança.Tão real que me fez sofrer junto. Dose dupla de sensibilidade. Muito lindo. Parabéns!
ResponderExcluirAh querida Léa. Obrigado pelo carinho que me tens.
ResponderExcluirfico feliz e honrado. Eu vario muito os estilos ( segundo uma professora de literatura) o que é bom para um poeta.
Beijos carinhosos no coração, Obrigado pelo comentário, muito bonito e sensível.
Semana abençoada.