A valsa da tempestade.
Um vento
assoviava pela fresta da janela,
em meio a chuva
forte que caía, intensa e bela,
e a ela
conferia misteriosa atmosfera musical,
convidando para
uma dança leve e cordial.
Tentei um
sentido atribuir e a ela dar
àquela chuva
de madrugada tardia,
que
encantava meu insistente olhar,
ignorando-me,
tocava sua tempestuosa melodia.
Pensei que deveria
estar por lá!
Dançando em
meio ao vendaval,
junto aos
poderosos fios daquela chuva teatral.
Haveria de
ser eu o par do casal,
dançando,
sorrindo, rodando, indo e vindo,
alheios
à tempestade, numa valsa magistral. By EC.
Gene Kelly e Debbie Reynolds dançando na chuva, no belo poema de Edu Chiarini.👏👏
ResponderExcluirOpa Tião!!! Que beleza você por aqui. Fiquei feliz com a visita e o comentário.
ExcluirAbraços meu amigo poeta.
Posso ouvir o piano acompanhando o som da chuva. Posso ver e admirar a bela dança do poema e do poeta!
ResponderExcluirUm show que aplaudo de pé!
Bravo, bravíssimo!!
Léa, minha querida, feliz por sua visita e pelo seu comentário nesta valsa tempestuosa.
ExcluirObrigado pelos aplausos.
Belíssimo !
ResponderExcluirElke, feliz e honrado pela sua visita e pelo seu comentário.
ExcluirVisite sempre que puder.
Abraços e obrigado.
Lindíssimo,pai
ResponderExcluirMari filha querida.
ResponderExcluirFeliz por ter gostado.
Beijos de amor minha filha.
Somente um olhar sensível consegue capturar e captar a poesia dos versos da chuva. A sincronia presente na natureza desse ballet extraordinário que é a tempestade, envolta em passos leves e sons magistrais. Belíssimo poema Eduardo, parabéns 👏🏽👏🏽👏🏽👏🏽
ResponderExcluirPrimeiramente muito feliz pela sua presença por aqui. Agradeço o comentário tão sensível. Venha mais vezes.
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